Batida Salve Todos

Téta Barbosa

Alessandra dos Santos Barbosa na certidão de nascimento. E como de Alessandra virou Téta? Essa é uma longa história, daquelas que começa lá nos anos 70.  Melhor deixar pra outro dia. Sou formada em jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco, mas no dia-a-dia sou publicitária, mãe de Victor, estilista, blogueira e apaixonada por moda (desde a época que Téta ainda era Alessandra). Escrevo para o blog de moda do site NE10, o Batida Salve Todos que, assim como o nome, quer salvar todos da falta de informação, do tédio e da mesmice dos figurinos tradicionais que assombram nossos armários.

Pra falar comigo:

tetabarbosa@gmail.com

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64 thoughts on “O Batida

  1. MARAVILHOSO!! Estou fascinada apenas com o pouco que li.
    Parabéns!!
    Já sei que vou ficar fã e todos os dias vindo aqui.
    Bjos!

  2. Ana Glafira disse:

    Bem, já virei fã… óbviooooooooooooooooooooooooooo… Entrarei em contato profundo! Rrsrrssssss… Vc é ótimaaaaaaaaaaaaa!!!

  3. Adorei !!! Parabéns !!! Gosto de gente, mas gosto mais ainda de gente inteligente, gente que mexe com a gente e você é assim. Sucesso !!! Beijoss

  4. Olá… postei um texto seu no face e uma amiga locutora (BIANCA OLIVEIRA) o interpretou… e outra o musicou. Espero que goste. https://soundcloud.com/chirlene-samara-de-souza/j-estou-voltando

  5. Téta Barbosa disse:

    Oi Sauro. Bem interessante a interpretação. Tentei comentar lá mas não consegui. Senti falta do crédito, porque não diz que escreveu o texto. Passa pra ela meu contato querido, tetabarbosa@gmail.com Obrigada pelo carinho, téta.

  6. GERMANA SOUTO disse:

    Impressionada com a qualidade da escrita! Salve todos dessa imundice cultural que anda perambulando por todos os cantos! Simplesmente encantada com os textos….Parabéns!!!

  7. Seus artigos (escritos) são muito bons. Nossa Gazeta de Notícias é um minúsculo jornal aqui do Cariri cearense. Mas ousado. Posso publicar seu artigos com (claro) os devidos e importantes créditos, foto etc.
    Um abraço

  8. Téta Barbosa disse:

    Claro Luiz José. Será uma honra. Qualquer coisa, me passa por email tetabarbosa@gmail.com

  9. Obrigado. Dia ótimo com sua autorização. Vai o primeiro: ALÔ.
    Um abração e sucesso com felicidade sempre

  10. FABIOLA MELO disse:

    AS SUAS ROUPAS SÃO ALEGRES……….
    MOSTRA VESTIDOS ARTESANAIS DO NORDESTE. SÃO BELÍSSIMOS.

  11. Cara Téta (se assim já posso chamá-la…rsrs), boa tarde!

    Há quase 1 ano, li um texto que me deixou muito, muito inquieta (ainda mais), o mesmo intitula-se “

  12. Cara Téta (se assim já posso chamá-la…rsrs), boa tarde!
    Há quase 1 ano, li um texto que me deixou muito, muito inquieta (ainda mais), o mesmo intitula-se “O Caminho de Volta”(que abaixo reproduzo) e tem autoria atribuída a você.
    Gostaria de saber se realmente é de sua autoria, e o mais importante, se é verídica a história.
    É um texto que tem resgatados muitos sonhos sufocados em mim e nos meus.

    Minha gratidão.

    “O caminho de volta

    Já estou voltando. Só tenho 37 anos e já estou fazendo o caminho de volta. Até o ano passado eu ainda estava indo. Indo morar no apartamento mais alto do prédio mais alto do bairro mais nobre. Indo comprar o carro do ano, a bolsade marca, a roupa da moda.
    Claro que para isso, durante o caminho de ida, eu fazia hora extra, fazia serão, fazia dos fins de semana eternas segundas-feiras. Até que um dia, meu filho quase chamou a babá de mãe!
    Mas, com quase quarenta, eu estava chegando lá. Onde mesmo? No que ninguém conseguiu responder, eu imaginei que quando chegasse lá ia ter uma placa com a palavra “fim”. Antes dela, avistei a placa de “retorno” e nela mesmo dei meia volta.
    Comprei uma casa no campo (maneira chique de falar, mas ela é no meio do mato mesmo). É longe que só a gota serena. Longe do prédio mais alto, do bairro mais chique, do carro mais novo, da hora extra, da babá quase mãe.
    Agora tenho menos dinheiro e mais filho. Menos marca e mais tempo. E não é que meus pais (que quando eu morava no bairro nobre me visitaram quatro vezes em quatro anos), agora vêm pra cá todo fim de semana? E meu filho andade bicicleta, eu rego as plantas e meu marido descobriu que gosta de cozinhar (principalmente quando os ingredientes vêm da horta que ele mesmo plantou).
    Por aqui, quando chove, a Internet não chega. Fico torcendo que chova, porque é quando meu filho, espontaneamente (por falta do que fazer mesmo) abre um livro e, pasmem, lê. E no que alguém diz “a internet voltou!” já é tarde demais porque o livro já está melhor que o Facebook, o Twitter e o Orkut juntos.
    Aqui se chama “aldeia” e tal qual uma aldeia indígena, vira e mexe eu faço a dança da chuva, o chá com a planta, a rede de cama. No São João, assamos milho na fogueira. Aos domingos, converso com os vizinhos. Nas segundas, vou trabalhar, contando as horas para voltar.
    Aí eu me lembro da placa “retorno” e acho que nela deveria ter um subtítulo que diz assim: “retorno – última chance devocê salvar sua vida!” Você provavelmente ainda está indo. Não é culpa sua. É culpa do comercial que disse: “Compre um e leve dois”. Nós, da banda de cá, esperamos sua visita. Porque sim, mais dia menos dia, você também vai querer fazer o caminho de volta.”

    Téta Barbosa é jornalista, publicitária e mora no Recife.”

  13. Téta Barbosa disse:

    Oi Julie,
    o texto é meu sim. Escrevi há 3 anos e na época era tudo verdade. Larguei Recife e fui para Aldeia, um bairro de Camaragibe (15 km do Recife). Infelizmente um ano depois do texto eu me separei e nâo consegui ficar la sozinha com meu filho então optei por voltar para a cidade mas já com planos de retornar para Aldeia, ou algum lugar parecido, assim que minha vida se reorganizar. Fico feliz que tenha gostado. Um beijo grande. Téta.

  14. Luiz Carlos disse:

    Salve! Meus primeiros passos no seu território virtual.
    Gostei do texto sobre o moribundo Orkut.

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